sábado, 30 de julho de 2011

Carpe Diem

Tem gente que cheira passado, vive pensando como foi bom, como doeu, como queria continuar com aquela idade. Como foi, como foi...
Outros se perdem sofrendo pelo futuro. São os filhos do, o que será? Como vou pagar aquela conta?Será que vou encontrar um grande amor?Será que vai dar certo? Será que vou ser feliz?Será, será...
Eu prefiro os que são presente, que vivem o agora sabendo que o passado foi bom e que o futuro certamente chegará, mas sem sofrer por nenhum dos dois. Levar a vida com sofrimento faz doer na gente e nos outros.
Bom é viver a filosofia árcade do "Carpe Diem", que quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente.
Quando paramos de sofrer pelo que vimos e pelo que veremos passamos a saborear em cada ato, em cada encontro, em cada pessoa, um momento, uma possibilidade, um embrião bastante de realização e nessas horas que nos permitimos achar a felicidade, às vezes num encontro inesperado num bar, numa conversa na fila de cinema, num banho de cachoeira.
Colher o dia deve ser permitir-se embelezar a vida, imprimir nela novas cores, livres de culpas e dedos em riste. Quem saberá se seremos felizes no futuro? Impossível prever, mas é certo que construímos o futuro no presente, disso não há dúvidas.
Quando a gente se permite aproveitar, sem ser irresponsável ao extremo, tudo com uma dose certa de consciência, quando nos permitimos aproveitar, vivemos momentos mágicos, doces, engraçados, que escrevem nossa história. A saída com os amigos em plena segunda-feira, o show no domingo, o pisar descalço na terra, o falar eu te amo, o surpreender-se.
Experimenta aproveitar, escapar alguns minutos da regra, experenciar novas idéias. Tira essa venda dos olhos, pára de viver de passado, pára de esperar o futuro. O dia é hoje e o momento é agora.
Esquece os teus medos, esquece, simplesmente. Faz algo diferente, sai da mesmice. Acredita. Cria, inventa, deseja e faz. Não use as máscaras dos outros, viva o que almeja viver. Pega o telefone, liga. Perde a vergonha, fala. Aproveita o teu dia. Carpe diem!
Carpe Diem

Tem gente que cheira passado, vive pensando como foi bom, como doeu, como queria continuar com aquela idade. Como foi, como foi...
Outros se perdem sofrendo pelo futuro. São os filhos do, o que será? Como vou pagar aquela conta?Será que vou encontrar um grande amor?Será que vai dar certo? Será que vou ser feliz?Será, será...
Eu prefiro os que são presente, que vivem o agora sabendo que o passado foi bom e que o futuro certamente chegará, mas sem sofrer por nenhum dos dois. Levar a vida com sofrimento faz doer na gente e nos outros.
Bom é viver a filosofia árcade do "Carpe Diem", que quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente.
Quando paramos de sofrer pelo que vimos e pelo que veremos passamos a saborear em cada ato, em cada encontro, em cada pessoa, um momento, uma possibilidade, um embrião bastante de realização e nessas horas que nos permitimos achar a felicidade, às vezes num encontro inesperado num bar, numa conversa na fila de cinema, num banho de cachoeira.
Colher o dia deve ser permitir-se embelezar a vida, imprimir nela novas cores, livres de culpas e dedos em riste. Quem saberá se seremos felizes no futuro? Impossível prever, mas é certo que construímos o futuro no presente, disso não há dúvidas.
Quando a gente se permite aproveitar, sem ser irresponsável ao extremo, tudo com uma dose certa de consciência, quando nos permitimos aproveitar, vivemos momentos mágicos, doces, engraçados, que escrevem nossa história. A saída com os amigos em plena segunda-feira, o show no domingo, o pisar descalço na terra, o falar eu te amo, o surpreender-se.
Experimenta aproveitar, escapar alguns minutos da regra, experenciar novas idéias. Tira essa venda dos olhos, pára de viver de passado, pára de esperar o futuro. O dia é hoje e o momento é agora.
Esquece os teus medos, esquece, simplesmente. Faz algo diferente, sai da mesmice. Acredita. Cria, inventa, deseja e faz. Não use as máscaras dos outros, viva o que almeja viver. Pega o telefone, liga. Perde a vergonha, fala. Aproveita o teu dia. Carpe diem!

sábado, 23 de julho de 2011

E que cada um cuide da sua

    Você já deve ter ouvido falar de pessoas que, literalmente, secam as flores para as quais olham.
    Você já deve ainda ter conhecido alguém que sempre está desejando possuir o que é de outro, que acha a vida do outro mais importante que a sua.
    E já deve certamente te pensado como é possível  que muitas pessoas perderem o  precioso tempo de sua vida dando  conta da vida dos outros.
    Que espécie de exercício interior é  esse onde vale mais perder tempo questionando  qual o manequim usado pelo outro ao  invés de refletir sobre suas próprias  atitudes diante de diversas situações?
    Acredito que falar da vida alheia  seja uma necessidade de auto-afirmação  que alguns indivíduos desenvolvem  depois de estratégias falhas de serem  felizes e imagino ainda que seja mais difícil  para estes que para as vitimas da maledicência em si, deve ser duro viver precisando de uma  vida que não lhe pertence, como foco principal.
    Não, não estou aqui me colocando como politicamente correta, detentora da verdade ou coisa parecida, também já fiz fofoca na vida, comentei  coisas dos outros, mas o que me intriga  e me indigna é perceber que algumas  pessoas vivem disso e saboreiam com  uma estranho prazer a idéia de se apossar  de uma história que não é sua.Raiva, desejo, despeito, maldade, tristeza, rancor, que seja. Não me importa!
    As pessoas precisam compreender que na vida  real as histórias são construídas  ao modo do protagonista. Que viver é um exercício pessoal, aprende-se vivendo e que não adianta  apontar seu dedo, querendo que as caminhadas  que não são suas mudem, cada um constrói  o seu próprio caminhar.
    Oxalá que um dia cada um possa seguir  a sua estrada pessoal e profissional  tranquilamente. Que as pessoas possam amar, chorar, se alegrar e entristecer, sarar e adoecer sem que isso seja motivo  de questionamentos ou insatisfação.
    Que chegue um dia em que sejamos  humanos menos desejosos de ditar regras  e mais esperançosos de doar vida.
     Aí, quem sabe assim, a gente deixe  de ser sonho e passe a ser gente,  realidade consistente.

Promessas

Promessas

Quando estamos à procura do amor nos prometemos agir de mil e uma maneiras impensadas que agradariam àquele que nos completaria sem limites. E de repente quando esse amor chega nos vemos impedidos pela lógica de cumprir as promessas que outrora enchiam nossos corações.
Conforme os anos passam e as quedas e levantes tornam nosso espírito mais amadurecido percebemos que as promessas devem vir na medida certa de nossa alma, aquela promessa doce, real, completa, a promessa que nos torna humanos, verdadeiros.
Então, nos permitimos dizer:
Te amo tanto que...
Te prometo o amor sem exageros. Por que todo exagero é passageiro e sufoca a alma.
Te prometo o amor que não será eterno, porque a eternidade é utopia.
Te prometo que serei fiel a meus princípios e que me  respeitando te respeitarei.
E que dentro dessa fidelidade buscarei a alegria de um coração repleto, mas não te negarei as tristezas, pois elas existem não há como negá-las.
Te prometo te magoar o menos que eu puder, mas te asseguro que te magoarei, bem como que certamente teremos dias de desculpas vazias, sinceridade invertida, que protege o amor.
Te prometo que serei falha e que muitas vezes não ouvirei tuas reclamações, nem saciarei suas dúvidas, culpa dos dias cheios e trabalho, culpa da minha humanidade imperecível.
O nosso amor será calor e frio, motivo e  razão, início e fim.
Te prometo que as mudanças não virão na hora certa, elas nunca vêm, os consertos são desejados, mas sempre são adiados, não é sinal de falta de amor, é medo de mudar o que existe e apagar a emoção que nos guia desde o primeiro encontro.
Nada perfeito motiva.
Te prometo ser real, ser verdadeiro na medida que eu puder, mas que tudo te prometo ser humana, porque a humanidade me consome e ela certamente me fará errar.
Te prometo tudo e não prometo nada.
E nesse tudo te prometo meu amor enquanto eu souber te amar.